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Transtorno bipolar: avaliação e acompanhamento em Belo Horizonte

O transtorno bipolar é uma condição do humor que alterna períodos de depressão com fases de energia, agitação ou euforia acima do habitual. Como costuma ser confundido com depressão, ansiedade ou traços de personalidade, o diagnóstico pode levar anos. A Dra. Anlles Viana, médica especialista em transtornos de humor, com Fellowship em Transtornos do Humor pela Santa Casa de São Paulo, tem no transtorno bipolar um dos focos da sua prática.

A mesma mulher retratada duas vezes, uma sorrindo e outra abatida, em fundo amarelo e azul, representando as fases do transtorno bipolar

O que é o transtorno bipolar

O transtorno bipolar é marcado por episódios de depressão e por episódios de mania ou hipomania, com períodos de estabilidade entre eles. Diferente das mudanças de humor do dia a dia, esses episódios duram dias ou semanas e mudam de forma clara o comportamento, o sono e a energia da pessoa.

Tipos de transtorno bipolar

  • Tipo 1: há pelo menos um episódio de mania, uma fase de euforia ou irritabilidade intensa, com prejuízo importante na vida da pessoa
  • Tipo 2: há episódios de depressão e de hipomania, uma elevação do humor mais leve, que muitas vezes passa despercebida
  • Ciclotimia: oscilações mais leves e frequentes entre sintomas depressivos e de elevação do humor, por pelo menos dois anos

Sinais de mania e hipomania

  • Energia muito acima do habitual
  • Necessidade de dormir bem menos, sem sentir cansaço
  • Fala acelerada e pensamentos rápidos
  • Irritabilidade
  • Decisões impulsivas, como gastos excessivos
  • Sensação de grandiosidade

Por que o diagnóstico costuma demorar

Muitas vezes a pessoa procura ajuda nas fases de depressão, enquanto as fases de energia elevada são vistas como "momentos bons". Quando isso acontece, o quadro pode ser tratado como uma depressão comum, e alguns tratamentos usados para depressão podem não funcionar bem ou até desestabilizar o humor.

Como é feita a avaliação

A consulta dura uma hora ou mais, conforme a necessidade do paciente. A Dra. Anlles reconstrói a linha do tempo dos episódios, o padrão de sono, o histórico familiar e os tratamentos já feitos. Com a autorização do paciente, o relato de familiares ajuda a identificar fases que a própria pessoa nem sempre percebe. Quando necessário, são solicitados exames.

Tratamento e acompanhamento

O transtorno bipolar é uma condição de longo prazo, e o tratamento busca estabilizar o humor e prevenir novos episódios. Ele pode envolver medicação, psicoterapia, orientação sobre os sinais de alerta de cada fase e cuidados com a regularidade do sono e da rotina.

O acompanhamento é próximo, com ajustes ao longo do tempo e contato direto entre as consultas. A família pode participar do cuidado quando o paciente autoriza.

Em situação de crise ou risco, procure o SAMU (192), um pronto-socorro ou o CVV (188, 24 horas).

O que você encontra aqui

Tempo para ouvir

Consultas de uma hora ou mais, conforme a sua necessidade, para entender sua história com calma.

Clareza em cada decisão

Você entende o que está sendo avaliado, o motivo de cada conduta e participa das escolhas do tratamento.

Acompanhamento próximo

Entre uma consulta e outra, você fala diretamente com a Dra. Anlles em horário comercial.

Presencial ou online

Consultório no bairro Prado, em Belo Horizonte, ou atendimento online, de onde você estiver.

Perguntas frequentes

Transtorno bipolar tem cura?

É uma condição crônica, mas tem tratamento. O objetivo do acompanhamento é manter o humor estável, prevenir novos episódios e preservar a qualidade de vida.


Qual a diferença entre transtorno bipolar e mudanças de humor comuns?

No transtorno bipolar, as fases duram dias ou semanas e mudam claramente o sono, a energia e o comportamento. Oscilações rápidas ao longo de um mesmo dia, ligadas a situações do cotidiano, não costumam ter esse padrão.


O tipo 2 é mais leve que o tipo 1?

Não necessariamente. A hipomania é mais leve que a mania, mas as fases depressivas do tipo 2 podem ser longas e intensas.


A família pode participar do tratamento?

Sim, quando o paciente autoriza. A família ajuda a reconhecer sinais de mudança de fase e a manter a rotina que favorece a estabilidade.

Dra. Anlles Viana · Médica Psiquiatra · CRM-MG 81444 · Rua Turquesa, 55 – Prado, Belo Horizonte – MG · Presencial e online · Seg. a sex., 9h às 19h

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